quinta-feira, 19 de março de 2015

PMA completa 28 anos e desenvolve diversas atividades de Educação Ambiental até o dia 27, na Capital e em Itaporã

15° BPMA
A Polícia Militar Ambiental-MS completa hoje (19/03) 28 anos de proteção ao ambiente de Mato Grosso do Sul. Durante esse tempo, demonstrou que foi fundamental para a conservação ambiental no Estado, com várias ações decisivas de repressão e prevenção contra os crimes e infrações ambientais.
A Polícia Militar-MS limitava-se inicialmente à sua criação, a prestar apoio ao Instituto de Controle Ambiental (INAMB), órgão responsável, à época, pela fiscalização ambiental no Estado, contribuindo com pessoal, armamento, material e equipamentos. Este órgão foi extinto pela Lei Estadual n° 702 de 12/Fev/87. Suas atribuições relativas à fiscalização foram repassadas à Polícia Militar Florestal - CIPMFlo, conferindo-lhe o Poder de  Polícia Ambiental em todo o Estado.
“Art. 16 – Fica extinto de Controle Ambiental de Mato Grosso do Sul (INAMB),... passando à competência da Polícia Militar, através da Companhia Independente de Polícia Florestal, as atividades de fiscalização dos rios e mananciais anteriormente desenvolvidas pelo mesmo instituto.”
Em 19/Mar/87, a Companhia Independente de Polícia Militar Florestal (CIPMFlo) foi criada pelo Comando Geral da Polícia Militar. Com sede em Corumbá, iniciou suas atividades com apenas 80 policiais militares. Basicamente, o policiamento e a fiscalização destinavam-se a coibir, de forma repressiva, a caça ao jacaré, no pantanal sul-mato-grossense, crime ambiental amplamente divulgado pela mídia local, nacional e até internacional, que colocava em dúvida o poder do Estado em manter a ordem no que se referia aos crimes ambientais, pois o órgão anterior perdera a guerra para os chamados “coureiros”.
Considerou-se uma guerra, haja vista que, após a criação da Polícia Militar Florestal ocorreram muitos tiroteios durante as fiscalizações no Pantanal, quando alguns policiais perderam suas vidas ou foram feridos. Com muita determinação os policiais conseguiram extirpar a matança de jacarés no Estado, a ponto de alguns estudiosos já apontarem para a superpopulação da espécie no Pantanal. Conclusão que não é unânime entre todos que estudam a fauna da região.
Em 2000, o nome da Unidade foi mudado de Companhia Independente de Polícia Militar Florestal para Ambiental, por meio do Decreto Estadual 9773/2000, nome mais abrangente que combinava com a fiscalização que sempre fora exercida desde a criação, ou seja, todas as infrações e crimes relacionados ao meio ambiente.
Atualmente enfrentam-se entre outras infrações e crimes ambientais a pesca predatória, mas que a PMA já está conseguindo vencer, com ótimo desempenho preventivo durante a fiscalização em período de piracema e quando a pesca encontra-se aberta, fazendo com que os números de apreensões diminuam a cada ano.
A competência para que a PMA exerça a fiscalização ambiental está prevista na Constituição Federal e na Constituição do Estado de Mato Grosso do Sul. Constituição Federal: “Art. 144 –“A segurança pública, dever do Estado, direito e responsabilidade de todos, é exercida para a preservação da ordem pública e da incolumidade das pessoas e do patrimônio, através dos seguintes órgãos”.
Parágrafo 5° - Às Polícias Militares cabem a Polícia Ostensiva e a preservação da ordem pública.
Constituição  Estadual:  “Art. 47 - À Polícia Militar incumbe, além de outras atribuições que a lei estabelece “O Policiamento Preventivo e Ostensivo para a DEFESA DO MEIO AMBIENTE.

O Decreto Estadual 9773/2000 reafirma o poder de fiscalização e traz como prioridade a prevenção, por meio de trabalhos de Educação Ambiental.

Art. 3º - “O efetivo da Companhia Independente de Polícia Militar Ambiental - CIPMA, será empregado nas atividades de policiamento e fiscalização ambiental, objetivando a proteção ambiental da fauna, da flora, dos recursos hídricos e florestais, das extensões d’água e dos mananciais, evitando-se a poluição, a caça e a pesca ilegais, as queimadas e os desmatamentos não autorizados”.
Parágrafo Único – “Programas de educação ambiental e ações preventivas-educativas terão caráter prioritário dentre as missões e atribuições exercidas pela CIPMA em parceria com a Secretaria de Estado de Meio Ambiente e sua vinculada, Fundação Estadual de Meio Ambiente-Pantanal”.
Em 2002, a Companhia passou a Batalhão, (DECRETO Nº 10.848 DE 08 DE JULHO DE 2002) - (Diário Oficial nº 5789, de 09 Julho de 2002), sendo denominado 15º Batalhão de Polícia Militar Ambiental.
A Polícia Militar Ambiental de Mato Grosso do Sul é referência para policiais de outros Estados e para a população sul-mato-grossense, que a respeita e sempre alia a fiscalização ambiental à Unidade, apesar de haver outros órgãos que exercem este tipo de fiscalização. Devido a importância e respeito conseguidos ao longo do tempo, a PMA recebeu homenagem com o Prêmio Ecologia e Ambientalismo, da Câmara Municipal de Campo Grande, em 2007 e ainda a Assembléia Legislativa-MS aprovou a Lei 3.408, de 01 de agosto de 2007, criando o dia 19 de março, como o dia da Polícia Militar Ambiental.
PROJETO FLORESTINHA, OBJETIVOS E TRABALHOS DESENVOLVIDOS
O Projeto Florestinha é um trabalho social e ambiental desenvolvido pela Polícia Militar Ambiental, o qual trabalha com crianças e adolescentes carentes de 7 a 16 anos, tirando-lhes das ruas, ou não permitindo que eles caiam nelas, dando-lhes a chance de ter uma profissão e ensinando-lhes a serem cidadãos com sensibilidade ambiental. O projeto iniciou-se em 23 de novembro de 1992, no município de Campo Grande-MS com 50 crianças, em instalações localizadas em uma reserva ambiental de 180 hectares, no bairro Jardim Presidente, denominada Matas do Segredo.
No início recebeu a denominação de Guarda Florestal Mirim, que em convênio com o PROMOSSUL (Secretaria de Promoção Social do MS) foi possível melhorar o atendimento das crianças. Além das aulas de Educação Ambiental, reforço escolar e treinamentos que eram ministrados por policiais, passaram a receber acompanhamento psicológico, odontológico, reforço alimentar, vale transporte e orientação profissional, que era feita por profissionais da Promossul, sempre em conjunto com os Policiais Ambientais.
Em 2009 foram municipalizadas as ações sociais, passando a ser a parceria no projeto na Capital com a Secretaria Municipal de Ação Social-SAS.  Esta Secretaria desenvolve as atribuições a ela pertinentes, ou seja, contribuindo com funcionários da área de Educação e de assistência social, os quais proporcionam às crianças acompanhamento escolar e demais atividades educacionais, além de reforço alimentar. A Polícia Militar Ambiental contribui efetivamente com o aprimoramento do caráter, da disciplina e do senso de responsabilidade das crianças, ministrando-lhes instruções de Moral e Cívica e, especialmente, de Educação Ambiental.
Em 1998, a partir de parcerias com Prefeituras e outros órgãos, a PMA pôde implantá-lo em mais 04 municípios: Corumbá, Três Lagoas, Bataguassu e Bonito, onde foi fundada pela prefeitura, a “Praça do Florestinha” de Bonito, localizada na Avenida principal daquela cidade, onde há uma estátua de bronze de uma criança fardada.
Em 2006, em parcerias com as prefeituras de Jardim e Guia Lopes da Laguna foi possível implantar o projeto nestes municípios e atender mais 100 crianças. Em 2008 foi implantado com 200 crianças em Três Lagoas. Em 2009 foi implantado em Aquidauana e Anastácio, com mais 120 crianças. A ideia é atender 1.000 crianças em todo o Estado e, além de tirá-las das ruas e dar formação social e ambiental, também poder encaminhá-las profissionalmente. Em 2010 foi implantado o projeto em Coxim (desativado).
Este projeto é reconhecido pela UNICEF e foi homenageado pela Câmara Municipal de Campo Grande, com o prêmio “Ecologia e Ambientalismo”. Possui grandes resultados alcançados, pois, várias crianças que por ele passaram tornaram-se jornalistas, geógrafos, biólogos, engenheiros e vários outros profissionais que reconhecidamente admitem a influência do projeto no encaminhamento de suas vidas.
O projeto visa, entre outras coisas, a enfrentar o problema da marginalidade e da criminalidade crescente entre os jovens de bairros periféricos, uma vez que eles são expostos a essas mazelas da sociedade. A proposta é de não deixar que os atendidos venham a fazer parte dessas estatísticas. A educação, desenvolvimento artístico e cultural e recreação oferecida aos assistidos constituem as bases do projeto que, além de sociabilidade entre eles, cria também o significado de hierarquia militar e respeito ao próximo.
As crianças utilizam o mesmo fardamento dos policiais militares ambientais, inclusive, em alguns dos projetos são instituídas as promoções como na carreira militar (de Soldado a Coronel), tendo como critérios principais para alcançá-las, as notas escolares, comportamento e antiguidade no Projeto. As promoções são importantes para a autodisciplina. Ou seja, um Oficial não fará nenhuma coisa errada próximo de um patrulheiro de posto inferior.
Desde o ano de 2001, as crianças desenvolvem nas escolas públicas e privadas atividades de Educação Ambiental, por meio do teatro de fantoches, além de se apresentarem nos mais diversos locais e municípios do Estado de Mato Grosso do Sul. Atualmente estão sendo atendidas 500 crianças em 06 municípios.
EDUCAÇÃO AMBIENTAL – GRANDE ARMA DA PMA PARA MINIMIZAR OS CRIMES E INFRAÇÕES AMBIENTAIS.
O Projeto de Educação Ambiental é desenvolvido pelo 15º Batalhão de Polícia Militar Ambiental/MS – BPMA, através do Núcleo de Educação Ambiental-NEAM,que foi criado em 1992, o qual era constituído basicamente por exposição de “banners”, fotografias e um museu com animais empalhados (taxidermizados), além de informações sobre legislações ambientais. O trabalho era praticamente destinado a exposição do material, sendo palestras desenvolvidas esporadicamente.
Desde 1998, o Núcleo de Educação Ambiental – NEAM é itinerante e, além das exposições tem como prioridade a Educação Ambiental nas escolas. Embora a Lei da Política Nacional de Educação Ambiental (Lei Federal 9.795/99) trace como uma das metas a transversalidade do tema, em todos os níveis de ensino, público privado, formal e não formal, a PMA percebeu que isso não está ocorrendo e, as escolas dependem de outras instituições parceiras para conseguir este objetivo. Por esse motivo, A Unidade recebe solicitações diárias das escolas públicas e privadas para desenvolver palestras sobre os diversos temas ambientais e têm sido atendidas diversas escolas no Estado.
Ao perceber que somente palestras não prendiam totalmente a atenção dos alunos para os temas discutidos, o núcleo de Educação Ambiental passou a trabalhar as atividades de Educação Ambiental em forma de oficinas temáticas, versando sobre temas ambientais atuais, dividindo os alunos em grupos, os quais passam pelas oficinas. Sendo elas: 
1.            Casa da Energia, com palestra sobre economia energia, matriz energética e fontes renováveis...
2.            Reciclagem de papel, com palestra sobre os problemas relacionados aos resíduos sólidos...
3.            Visitação ao museu de animais e peixes empalhados, com palestra sobre fauna, pesca, atropelamentos de animais silvestres...
4.            Montagem artificial do CICLO DA ÁGUA, com palestras relacionadas à temática das águas no planeta...
5.            Apresentação do teatro de fantoches, com peças sobre as questões ambientais, como: águas, desmatamentos, incêndios florestais e resíduos sólidos...
6.            Plantio de mudas nativas, com palestra sobre flora (Desmatamento, erosão de solos, controle de poluição, assoreamento...), preservação, conservação e uso racional dos recursos hídricos...       
Ao final das oficinas, cada aluno recebe um folheto com informações sobre o material trabalhado em cada tema.
A taxidermia nos animais utilizados na oficina do museu de fauna é realizada pelos próprios policiais com animais atropelados e recolhidos pelas equipes de fiscalização nas rodovias, bem como os mortos no Centro de Reabilitação de Animais Silvestres – CRAS.
Os trabalhos de Educação têm sido prioritários para a Polícia Militar Ambiental. O Núcleo de Educação Ambiental atendeu, desde que passou a atuar diretamente em escolas entre 1999 a 2013 um total de 225.880 alunos. Atualmente, atende a uma cidade do interior ao mês, durante o ano letivo. Vale ressaltar, que nas escolas por onde o Núcleo de Educação Ambiental tem passado, vários professores começaram a desenvolver projetos sobre temas ambientais com os alunos.
Todas as 25 Subunidades da PMA no Estado desenvolvem sua missão voltada à Educação Ambiental. Algumas somente com palestras e outras com um NEAM melhor estruturado, a exemplo, a unidade de Dourados com o “LABIRINTO AMBIENTAL” – labirinto em que as crianças visitam e deparam com os ambientes montados com os problemas ambientais atuais e, Corumbá com o teatro de fantoches e palestras.
A PMA investe em Educação Ambiental, por entender a necessidade de formar multiplicadores na busca da tão esperada transversalidade do tema Educação Ambiental, pois sabe que a prevenção por meio da Educação Ambiental é o caminho para a proteção dos recursos naturais em todo o mundo. Nas escolas, a difusão das ideias é mais fluente e rápida, pois se quer mudar cultura, faz-se por meio das crianças e adolescentes. O resultado virá em um futuro próximo, pois essas crianças e adolescentes estarão em pouco tempo comandando os mais altos postos da Política Estadual, Federal e de outros poderes, ou se não, poderão ser simplesmente os cidadãos que conservarão os recursos naturais, sabedores da importância destes recursos para a vida no planeta.
Só por meio da Educação Ambiental as infrações e crimes ambientais diminuirão. A repressão sempre será necessária em virtude da ganância humana, mas com este trabalho a necessidade de reprimir será sempre menor e consequentemente a geração atual e futura desfrutará de um meio ambiente equilibrado e melhor qualidade de vida.
Além de tudo isso, são desenvolvidas informações sobre legislação ambiental, abrangendo todos os níveis escolares, principalmente à população em geral, em especial, os turistas, como a Campanha de informação sobre a legislação de pesca realizada neste ano, a partir da abertura da pesca no dia 1º de março, com distribuição do Manual do Pescado, em parceria com a EDP – Energias do Brasil, Fundação de Cultura e Comunicação do Governo do Estado, bem como informações no site do Batalhão (www.pma.ms.gov.br).
 (REALIDADE ATUAL) A Polícia Militar Ambiental (PMA) possui 321 homens distribuídos em 25 subunidades, sediadas em 18 municípios, responsáveis pela fiscalização ambiental de toda a extensão do Estado que é 357.124,96 km², sendo 86.260 só de Pantanal. A fiscalização preventiva tem sido prioridade. São várias equipes de todas as subunidades desenvolvendo fiscalização nos rios e em propriedades rurais, levando também conhecimento, informação e discutindo problemas com a população, no intuito de conservar o maior recurso de Mato Grosso do Sul, que são os recursos naturais. Infelizmente, a repressão ainda é necessária e a PMA, por meio de convênio administrativo com o órgão ambiental Estadual (SEMAC-IMASUL), tem confeccionado em média 1.000 autos de infrações por ano.
Todo este trabalho repressivo e preventivo tem resultado na diminuição dos diversos crimes ambientais. Por exemplo, após a diminuição da caça ao jacaré, a PMA dedicou-se a combater a pesca predatória, entre outros crimes, e, em 1988 chegou-se a apreender 120 toneladas de pescado, sendo que atualmente, as apreensões não passam de seis toneladas.
A PMA tem utilizado na fiscalização, tecnologia e inteligência para superar deficiências de recursos humanos e materiais, até porque, com a grande extensão territorial do Estado, suprir essas deficiências seria praticamente impossível. Um exemplo é o que tem ocorrido no período de piracema. São montados Postos Avançados, fixos, nas principais cachoeiras e corredeiras nos rios do Estado e da União, perfazendo um total de 10 postos.  Esses locais são pontos cruciais para a fiscalização, pois quando os cardumes ali chegam, os pescadores inescrupulosos retiram facilmente grandes quantidades de peixes, fazendo uso de petrechos proibidos de malha (redes e tarrafas). Em piracema, o importante é monitorar e fiscalizar os locais onde estão os cardumes.
Com este esquema evitam-se gastos excessivos com combustível, subindo e descendo rios, muitas vezes sem efetividade. Com esta forma de trabalho, as apreensões que chegavam a seis toneladas de pescado por piracema, caíram para média de 02 toneladas, evitando-se assim, a depredação dos cardumes e preservando os recursos pesqueiros do Estado, fonte de geração de emprego e renda. Prova de que a estratégia adotada está correta é que os números relativos às apreensões de pescado continuam sendo reduzidos a cada piracema. Na última, foram apenas 692 kg.
Outra preocupação é com a qualidade do trabalho prestado, pela formação e atualização dos policiais. Todos os policiais passam por cursos constantes, no Centro de Treinamento – Salto do Pirapó, localizado marginalmente ao rio Amambaí, no município de Amambaí. Lá são treinados, entre outras coisas, na utilização de GPS para medir áreas de desmatamentos e incêndios florestais e utilizar imagens de satélites para subsidiar os autos de infrações nestes casos. Treinam e se atualizam quanto a legislação ambiental, bem como Manejo e Captura de Fauna, além de atuação em todos os crimes contra a flora. Os treinamentos são constantes, visto que, a legislação ambiental é bastante complexa e as tecnologias para facilitar os trabalhos surgem de forma expressiva e rápida.
A meta da PMA é utilizar toda essa estrutura para chegar antes que o crime ocorra - prevenir. Esse é o objetivo da fiscalização ambiental, chegar antes que a degradação aconteça. Mas, quando não é possível, a PMA está preparada para reprimir. Prender, multar e fazer tudo que couber na legislação contra os degradadores do nosso bem maior que é o meio ambiente saudável. Em razão disso, a PMA do Estado tem sido referência para forças policiais de outros estados.
A PMA também tem eficiência reconhecida nos trabalhos de combate aos desmatamentos ilegais, incêndios florestais, extração irregular de madeira, carvoarias e transporte de carvão irregulares, caça, erosão, tráfico de animais silvestres, atividades potencialmente poluidoras, outros crimes ambientais e também crime de natureza comum, como o tráfico de drogas, contrabando e outros. Além disso, há 25 anos exerce a captura de animais silvestres nos centros urbanos, evitando perigo para a população e para os animais. Só em Campo Grande, são capturados em média cinco animais por dia.
O reconhecimento da população aos trabalhos da PMA é demonstrado pelo nível de confiança na instituição, quando passa a realizar mais denúncias e, além disso, procura a Unidade Ambiental para todas as questões ambientais, não só no âmbito da repressão, mas para discutir o planejamento das ações ambientais no Estado.
Atualmente a PMA tem Doutor, Mestres, Especialistas e graduados nas mais diversas áreas ambientais e participa das discussões e planejamentos sobre recursos hídricos (câmara técnica), recursos pesqueiros (CONPESCA), Educação Ambiental (CIEA – Comissão Interinstitucional de Educação Ambiental) e recursos florestais. Ainda é consultada por ONGs e outros órgãos públicos para parcerias em projetos de natureza de conservação ambiental. O Comando da PMA acredita que a qualificação dos policiais leva ao melhor desenvolvimento nos trabalhos de proteção ambiental.
PROGRAMAÇÃO COMEMORATIVA À SEMANA DA ÁGUA E ANIVERSÁRIO DA PMA
a Polícia Militar Ambiental comemora 28 anos de sua criação trabalhando com se objetivo maior que é a Educação Ambiental. A data é comemorada em coincidência com outra muito importante que é a Semana da Água, em razão do dia 22 de março (domingo), que é o dia Internacional da Água. Como a Polícia Militar Ambiental tem atuado prioritariamente com trabalhos de Educação Ambiental, por meio do Núcleo de Educação Ambiental (NEAM), que já atendeu com suas oficinas mais de 230 mil alunos no Estado e do Projeto Florestinha, que além de atender crianças e adolescentes carentes participantes do Projeto, ainda estes, desenvolvem a Educação Ambiental, por meio de oficinas, com palestras e teatro de fantoches. No ano passado, o Núcleo (NEAM) atendeu 25.912 alunos em Miranda. Destes, 2100 foram indígenas das escolas das aldeias.
No ano passado O Projeto Florestinha realizou trabalhos de Educação Ambiental para 7.870 alunos de escolas públicas e privadas da Capital e Interior. São as próprias crianças que realizam as palestras.
Na próxima semana (23 a 27 de março), o Núcleo de Educação Ambiental da PMA de Campo Grande, com Policiais Militares Ambientais de Dourados,  em parceria com a Prefeitura de Itaporã (MS), por meio da Secretaria Municipal de Educação, realizarão durante toda a semana, atividades de Educação Ambiental, em comemoração à Semana da Água e Aniversário da Polícia Militar Ambiental. Serão atendidos em torno de 3.500 alunos das escolas públicas e privadas durante a semana.
Na Capital, de 23 a 27, o Projeto Florestinha, que também no local do Projeto é um centro de Educação Ambiental, em parceria com a Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano (SEMADUR), trabalharão em parceria com a Secretaria Municipal de Educação (SEMED), realizará também trabalhos de Educação Ambiental, recebendo todas as tardes alunos no Parque Cônsul Assaf Trad, com oficinas ambientais e teatro de fantoches. OBSERVAÇÃO: Como o Centro de Educação Ambiental está em obras, a maior parte das atividades ocorrerão no quartel da Polícia Militar Ambiental (no Parque das Nações Indígenas).
PROGRAMAÇÃO GERAL DA SEMANA (NÚCLEO DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL) – Anastácio.
23 a 27 de MARÇO
  • 08h30min às 17h00 - (período matutino e vespertino) – Educação Ambiental (Itaporã) – Local – Ginásio Poliesportivo.
OFICINAS REALIZADAS - Oficinas temáticas:
7.            Casa da Energia, com palestra sobre economia energia, matriz energética e fontes renováveis...
8.            Reciclagem de papel, com palestra sobre os problemas relacionados aos resíduos sólidos...
9.            Visitação ao museu de animais e peixes empalhados, com palestra sobre fauna, pesca, atropelamentos de animais silvestres...
10.         Montagem artificial do CICLO DA ÁGUA, com palestras relacionadas à temática das águas no planeta...
11.         Apresentação do teatro de fantoches, com peças sobre as questões ambientais, como: águas, desmatamentos, incêndios florestais e resíduos sólidos...


PROJETO FLORESTINHA (23 a 27) – CAMPO GRANDE
Todas as tardes (das 14h00min, às 17h00min), a partir do dia 23, até o dia 27 de março, as crianças do Projeto Florestinha receberão alunos para trabalhos de Educação Ambiental, em parceria com a SEMED – Secretaria Municipal de Educação, no Quartel da Polícia Militar Ambiental, e onde funciona o Projeto, no Parque Cônsul Assaf Trad, o qual é também um Centro de Educação Ambiental denominado – CEA/FLORESTINHA. (OBSERVAÇÃO – No Parque Cônsul Assaf Trad, se houver tempo, haverá apenas uma trilha com os alunos e plantio de mudas nativas, com palestras sobre desmatamentos e a importância da flora).
As atividades funcionarão com desenvolvimento de Oficinas semelhantes às desenvolvidas pelo Núcleo de Educação Ambiental – NEAM, bem como um passeio pelo Parque Assaf Trad, com os Florestinhas falando sobre erosão, pois o local há pouco tempo era constituído por vários processos erosivos. Serão também plantadas mudas nativas, com palestra sobre desmatamento e a importância da vegetação no equilíbrio dos recursos hídricos. Ao todo serão atendidos em torno de 300 alunos das seguintes escolas municipais:
23/03 - E.M. Ione Catarina Gianote Igydio.
24/03 - E.M. Nazira Anache.
25/03 - Nazira Anache.
26/03 - Ione Catarina Gianote Igydio.
27/03 – Vanderlei Rosa de Oliviera.
O Comando da PMA considera extremamente prioritário o trabalho de Educação Ambiental, haja vista, toda a movimentação criada no seio da população em defesa das questões ambientais. O Comando acredita que, só por meio da Educação Ambiental, com crianças e adolescentes, as infrações e crimes ambientais diminuirão e, as decisões deles, que no futuro estarão no Comando das ações no País, com certeza, serão mais planejadas do que estão sendo agora. Na verdade, quando se realiza Educação Ambiental, está-se fiscalizando o futuro, com a prevenção.
Assessoria PMA

terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

Opções para produção de energias renováveis são apresentadas na Capital

Técnicos da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano (Semadur) participaram na noite desta segunda-feira (23.02) de palestra voltada a apresentação e discussão de alternativas na busca de energias renováveis. O evento foi realizado no auditório do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Mato Grosso do Sul (CREA-MS).
O secretário municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano, Heitor Pereira de Oliveira, destacou a importância de fomentar o desenvolvimento sustentável em nossa Capital “É importante o setor da construção civil, fundamental para a economia, oferecer alternativas para construções sustentáveis. E o poder público estimular o desenvolvimento sustentável”.
A professora e palestrante, Marta Fernandes, ressaltou a relevância da temática acerca da sustentabilidade “Nosso país é privilegiado, temos opções para a geração de energias limpas que não agridem o meio ambiente. É nosso propósito divulgar e ampliar tais práticas”.

Casa Sustentável

Uma Casa Sustentável está edificada no Centro de Educação Ambiental Leonor Reginato Santini – CEA Polonês, sendo um exemplo de construção limpa para o município de Campo Grande, utilizando-se de produtos ecológicos em quase todos os itens construtivos. O objetivo desta construção foi o de difundir tecnologias sustentáveis alternativas para a população e os setores da construção civil, demonstrando as possibilidades de melhorias e ganhos ambientais a partir da adoção dessas tecnologias. A casa conta com painel solar fotovoltaico.

A residência adota conceitos de ecologia e economia desde a escolha do material de construção até a execução da obra. A proposta é expor o urbanismo em harmonia com o meio ambiente, demonstrando maneiras de amenizar os impactos ambientais causados pela construção civil e a viabilidade econômica, o conforto e a qualidade dos projetos urbanísticos sustentáveis.
Katia Tavares

DRT/MS 325

segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

CEA Imbirussu recebe moradores do Residencial Nelson Trad para atividades voltadas à Educação Ambiental

Visitantes conheceram aspectos da flora do parque 
Ao longo da semana passada, o Centro de Educação Ambiental Odilza Fernandes Bittar – CEA Imbirussú recebeu famílias que residem no Residencial Nelson Trad. O evento faz parte do eixo de Educação Ambiental do projeto de trabalho técnico social Minha Casa, Minha Vida voltado aos moradores do empreendimento.

Com o objetivo de promover a socialização entre as famílias, o reconhecimento e a valorização do patrimônio natural da cidade, enfocando aspectos relevantes da educação ambiental, as famílias participaram de oficinas de produção de mini-horta, palestra voltada à temática Educação ambiental e sobre o Parque Linear do Imbirussú. Os visitantes também fizeram uma trilha ecológica pelo CEA.

Foram mais de 150 famílias que visitaram o CEA Imbirussu e participaram das atividades. Para a dona de casa, Áurea Bazzana da Silva, a visita ao local lhe trouxe boas recordações, bem como as atividades trouxeram um misto de sensações como paz, descontração e felicidade “Passei a manhã toda na enxada, porém chegando ao parque pude ter momentos de descanso, aprendizado e alegria. Ao caminhar pela mata senti uma felicidade enorme, pois pude rever árvores e frutos que não via há muito tempo” descreveu.

Serviço:
 o CEA Imbirussu está localizado na avenida Amaro Castro Lima, n. 2200, Vila Popular. Mais informações pelo telefone 3314-7024.
Katia Tavares DRT/MS 325

terça-feira, 9 de dezembro de 2014

CEA Imbirussú sedia evento de grupo de idosos e realiza atividades socioambientais

Com objetivo de contribuir para a promoção e apoio ao processo de Educação Ambiental em Campo Grande e dotado de uma infraestrutura que promove um convite à reflexão e à vivência de práticas sustentáveis, o Centro de Educação Ambiental Odilza Fernandes Bittar – CEA Imbirussú sediou na tarde da última sexta-feira (05), o evento de confraternização do grupo da terceira idade da Unidade Básica de Saúde Família (UBSF) Vila Corumbá.

A chefe da Divisão de Políticas Sustentáveis e Educação Ambiental da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano (Semadur), Aparecida Cristina Piccolo, fez a abertura das atividades que seriam desenvolvidas durante toda a tarde no CEA Imbirussú. Durante a visita do grupo de aproximadamente 50 idosos, Ingrid Coelho, acompanhada de sua professora Liliane Gomes, realizaram uma apresentação country. Em seguida, foi proferida palestra pelo professor Rodrigo Borghezan, que abordou assuntos relacionados à históa da culinária regional, bem como a relação entre homem e meio ambiente, permeando pela temática ambiental.

Também houve a exposição de artesanato do artesão Lindomar Braga, feito a partir das folhas do Buriti “O que começou por brincadeira, hobby, hoje é o meu trabalho, trabalho de família. Nossos produtos são ecologicamente corretos”, contou. “Em 2015, a Semadur promoverá outros encontros e oficinas com este mesmo grupo, com o propósito de avançarmos na reflexão e prática acerca da relação homem/meio ambiente”, informou Aparecida Cristina.

Parte do grupo fez a trilha ecológica pelo CEA Imbirussú, momento de contemplação e explanação sobre o local. Para os que não participaram dsta atividade, foi ministrada oficina de pintura e desenho. Segundo a gerente da UBSF, Carmen Ferreira Barbosa, todo ano há confraternização entre os idosos e o CEA foi escolhido por ser um local acolhedor e propício para atividades que possam ser desenvolvidas pelo grupo da terceira idade.

Aristides Antônio da Silva, 82 anos, comentou sua percepção quanto ao local e as atividades propostas. “Gostei muito da palestra que nos leva ao passado histórico das civilizações. É a primeira vez que visito o CEA e foi um grande incentivo conhecer novos lugares, estou pronto para voltar”. Maria Fátima Rocha, 63 anos, contou que foi a primeira vez que visitou o local e considerou uma tarde muito especial, quando pode interagir com a natureza “É muito boa essa oportunidade que estamos tendo de, ao mesmo tempo aprender e conhecer sobre o local. Adorei a trilha ecológica, foi uma tarde diferente”, considerou.

Ao final das atividades, a Semadur distribuiu aos idosos sacolas retornáveis e mudas de acerola, estimulando assim o plantio e cuidado com a arborização urbana. Na ocasião, houve a visita de representantes da Juventude da Cruz Vermelha.

Serviço: o CEA Imbirussú está localizado na av. Amaro Castro Lima, n. 2200, Vila Popular. Mais informações pelo telefone 3314-7024.

Katia Tavares DRT/MS 325

segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

Semadur leva Educação Ambiental Itinerante a Escola Municipal Licurgo de Oliveira Bastos

Foto: Katia Tavares
Professores e técnicos da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano (Semadur) iniciaram as ações de Educação Ambiental Itinerante do mês de dezembro, na Escola Municipal Licurgo de Oliveira Bastos, apresentando atividades voltadas à conscientização ambiental para alunos da pré-escola. Foram exibidos vídeos educativos e feitas explanações quanto à importância do comportamento desses alunos, tanto no ambiente escolar como familiar, com relação ao meio ambiente.

Por entender a necessidade de formar, desde cedo, agentes ambientais que poderão transformar a realidade a sua volta, a Semadur, por meio da Educação Ambiental Itinerante, implementa práticas que visam à discussão e a consolidação de ações que disseminam ensinamentos socioambientais.

Rafaela Rodrigues, 6 anos, participou o tempo todo da atividade, respondeu às perguntas, prestou atenção às explanações e reforçou o ensinamento de que “o lugar de lixo é no lixo. É importante jogar no lugar certo.” Já Mariana Cortez, 6 anos, lembrou que já viu muitas vezes fogo em terrenos e que as pessoas não cuidam do seu lixo. “Eu já vi colocarem fogo no mato perto de casa e isso faz muito mal, não pode. Vou falar pra minha família que hoje aprendemos sobre o meio ambiente e como devemos ajudar os animais”, destacou.

A professora Norma Cruz explicou que a escola aborda a Educação Ambiental como um tema transversal, reforçando a temática de acordo com ações práticas do dia a dia “A escola já realiza um trabalho nesse sentido e ações como esta só acrescentam, ainda mais na aprendizagem. É um incentivo a mais ao consumo consciente e sustentável”, afirmou.

Serviço: escolas, empresas, instituições, associações e demais entidades interessadas em agendar uma palestra da Educação Ambiental Itinerante poderão entrar em contato com a Semadur, por meio da Divisão de Políticas Sustentáveis e Educação Ambiental (DFPE) pelo telefone 3314-3294.

 Katia Tavares DRT/MS 325

quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

Projeto Florestinha realiza Educação Ambiental para 7,8 mil alunos em 2014

Nesta semana, com o encerramento do ano letivo, a PMA encerra as atividades de Educação Ambiental. Os trabalhos de Educação têm sido prioritários para a Polícia Militar Ambiental. O Núcleo de Educação Ambiental da Capital atendeu, desde que passou a atuar diretamente em escolas entre 1999 a 2014, mais de240 alunos. Atualmente, além da Capital, atende a uma cidade do interior ao mês, durante o ano letivo e neste ano atendeu 25.844 alunos.
 
Além do Núcleo de Educação Ambiental (NEAM), os trabalhos são desenvolvidos também pelo Projeto Florestinha, no Centro de Educação Ambiental Florestinha (CEA FLORESTINHA), localizado no Parque Cônsul Assaf Trad, em Campo Grande, que também atende a alunos da Capital e Interior. As atividades de Educação Ambiental, tanto as executadas pelo NEAM, como pelo Florestinha, são desenvolvidas em forma de oficinas temáticas. No Projeto Florestinha os trabalhos são executados pelas próprias crianças do Projeto Florestinha com as seguintes oficinas:

1. Plantio de Mudas Nativas, com palestras sobre a importância da vegetação, problemas relativos aos desmatamentos, erosões etc.

2. Reciclagem de papel, com palestra sobre os problemas relacionados aos resíduos sólidos.

3. Visitação ao museu de animais e peixes empalhados, com palestra sobre fauna, pesca, atropelamentos de animais silvestres, tráfico etc.

4. Apresentação do teatro de fantoches, com peças sobre as questões ambientais, como: águas, desmatamentos, incêndios florestais e resíduos sólidos.

5. Passeio no Parque Cônsul Assaf Trad, com discussões sobre erosões e conservação do solo, assoreamento e sobre recursos hídricos.

Neste ano, as crianças e adolescentes do Projeto Florestinha atenderam 7.870 alunos de 47 escolas públicas e privadas da Capital e Interior, como viagem para atendimentos nos municípios de Ribas do Rio Pardo, São Gabriel do Oeste e Bandeirantes. No ano passado foram atendidos 11.917 alunos.

                A PMA investe em Educação Ambiental, por entender a necessidade de formar multiplicadores na busca da tão esperada transversalidade do tema Educação Ambiental, pois sabe que a prevenção por meio da Educação Ambiental é o caminho para a proteção dos recursos naturais em todo o mundo. Nas escolas, a difusão das ideias é mais fluente e rápida, pois se quer mudar cultura, faz-se por meio das crianças e adolescentes. O resultado virá em um futuro próximo, pois essas crianças e adolescentes estarão em pouco tempo comandando os mais altos postos da Política Estadual, Federal e de outros poderes, ou se não, poderão ser simplesmente os cidadãos que conservarão os recursos naturais, sabedores da importância destes recursos para a vida no planeta.

               Só por meio da Educação Ambiental as infrações e crimes ambientais diminuirão. A repressão sempre será necessária em virtude da ganância humana, mas com este trabalho a necessidade de reprimir será sempre menor e consequentemente a geração atual e futura desfrutará de um meio ambiente equilibrado e melhor qualidade de vida.

Assessoria PMA/ Semadur
 





Fotos: PMA
 

quarta-feira, 26 de novembro de 2014

CEA Imbirussu recebe alunos e desenvolve ações voltadas à educação socioambiental

Foto: Katia Tavares
Alunos do 3º e 9º anos da Escola Municipal Fauze Scaff Gattass Filho visitaram, na última semana, o Centro de Educação Ambiental Odilza Fernandes Bittar - CEA Imbirussu. Além das atividades voltadas à Educação Ambiental e a realização da trilha ecológica, também participaram de palestra com representantes da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) e do 3º Batalhão de Aviação do Exército (BAvEx). Na ocasião foram apresentadas aos alunos orientações sobre prevenção de acidentes aéreos e os danos provocados por objetos estranhos ao ambiente.   

Deste modo, a Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano (Semadur), por meio dos seus Centros de Educação Ambiental (CEA), formaliza mais uma parceria voltada à educação socioambiental com desenvolvimento de métodos e estratégias de educação e intervenção no ambiente urbano, visando minimizar os riscos de acidentes aéreos.

Durante sua apresentação, o Major do 3º Batalhão de Aviação do Exército (BAvEx), Hamilton Cavalcante, ressaltou a importância em conscientizar a população quanto aos acidentes que podem ser ocasionados pelo uso indevido de uma série de objetos como, por exemplo, balões, pipas, linhas com cerol, raios lasers e até mesmo o descarte incorreto de resíduos que podem atrair aves. “Esta é uma excelente iniciativa, pois é importante conscientizar, principalmente esses alunos que residem próximo ao aeroporto, que atividades como soltar pipas, apontar raio laser para o alto podem causar grandes riscos para a aviação” explanou. Palestraram também representantes da Infraero.  No encontro foram distribuídos materiais didáticos voltados a Educação Ambiental.

Percepções
A professora Talita Maksoud acompanhou seus alunos durante a visita e realçou a importância em conscientizar e demonstrar os objetos e os perigos e, até mesmo, os acidentes que eles podem ocasionar “É importantíssimo os alunos estarem cientes e entenderem o objetivo da palestra que é conscientizá-los, pois eles moram e estudam em um bairro próximo ao aeroporto e estão acostumados a soltar pipas, inclusive muitos com cerol ou linha chilena. Após esta apresentação tenho certeza que eles irão informar seus pais e amigos, até mesmo por ser proibido e muito perigoso, podem levar inclusive a morte”, destacou.

Para a aluna Maria Aparecida Moreira, 9 anos, a palestra mostrou como ajudar os pilotos de avião. “A palestra me ensinou a colaborar com os pilotos. Vou explicar para minha família também como podemos ajudá-los e que meus amigos não devem soltar balões e pipas, muito menos brincar com aqueles lasers que atrapalham os aviões”, afirmou. Já o aluno Fabrício ressaltou que pôde conhecer mais sobre os aviões. “Gostei porque me ajudou a conhecer mais sobre os aviões e o perigo que é se um deles cair. Com pequenas atitudes podemos preservar muitas vidas”, ressaltou, ciente da importância de suas ações com relação a realidade à sua volta.

Este evento foi o primeiro de uma série que, a partir de então, realizará trabalho com esse mesmo conteúdo por meio dos demais CEA de Campo Grande. Além deste trabalho, a Semadur comporá em 2015 com a Infraero uma iniciativa de Educação Ambiental Itinerante.

Katia Tavares DRT/MS 325

quinta-feira, 6 de novembro de 2014

Programa “Saúde Nota 10” encerra ano com premiação a estudantes

A Semadur (Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano) e a concessionária de água e esgoto de Campo Grande, Águas Guariroba, encerraram nesta quinta-feira (5) o programa “Saúde Nota 10”, que as entidades desenvolvem em conjunto, em escolas da Capital. O fechamento do ano consolidou mais uma etapa da Educação Ambiental Itinerante por meio da VAN (Veículo adaptado), onde educadores e alunos, participam de ampla reflexão sobre Saúde, Educação Ambiental e Saneamento Básico. Ontem, foi a vez da Escola Estadual Padre Mário Blandino, no conjunto Aero Rancho, que na oportunidade, com seus alunos expressaram o entendimento acerca das temáticas por meio de desenhos, frases e textos.

O programa, para conscientizar e incentivar ainda mais os estudantes, proporciona uma seleção de melhores participantes, para premiar com diversos produtos escolares e de lazer pessoal. Foram selecionados os três melhores resultados dos alunos de todos as series da unidade escolar. Para os estudantes do 1°, 2° e 3° anos, a classificação foi na categoria desenho. Já os da série 4º, 5º e 6º anos na categoria frase. Por fim, os do 7º, 8º e 9° anos, tiveram premiados na categoria produção de texto. Os ganhadores receberam, nos terceiros lugares, um kit com camiseta e jogos; nos segundos lugares, uma mochila, e para os primeiros colocados, o prêmio foi uma bicicleta personalizada.

Uma das professoras da escola, Margarida Aparecida Xavier, ressalta que a iniciativa desenvolveu a criatividade e entusiasmo dos alunos. “Eles ficaram empolgados com a participação nas discussões nas salas, no evento em si e pela ‘competição’ destinada a dividir os prêmios”, disse.

Para a aluna Ana Clara Insfram, de oito anos, mostra que apresentou‘Nós alunos devemos preservar a natureza, economizar água e não poluir o meio ambiente para um futuro melhor, em casa vou ensinar isso a minha família’, ressaltou.

Iniciativa boa e que deve continuar

A diretora da escola, Marilene Ribas, aponta que a realização do programa foi satisfatório, tem boa iniciativa e em sua avaliação deve voltar a escola e mesmo continuar por mais escolas. “Espero que continue assim, essa iniciativa valoriza o nosso trabalho educativo, realizamos projetos em sala de aula e nas feiras de Ciências, com este programa temos um caminho a mais a andar aqui, bem como a percorrer com sua contribuição para chegarmos neste evento”, disse.

Marilene lembra ainda que sem o “Saúde Nota Dez” a escola não teria condições de premiar os alunos. “Esta ação vem enriquecer muito as atividades ambientais, estudos e ações que já fazemos em atividade escolar, mas que com outros incentivos, com premiação disponibilizada, que não temos, ajuda a engrandecer e incentivar ainda mais a ações”, afirmou.
No evento de encerramento também foi apresentado aos estudantes peça de teatro de bonecos “Guaribinha no Mundo Encanado” realizado pela Águas Guariroba.

Joana Lima










Fotos: Joana Lima

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Semadur leva Educação Ambiental a funcionários de construtora da Capital

Como parte das ações de Educação Ambiental Itinerante, a Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano (Semadur) ministrou na tarde desta terça-feira (21) palestra sobre Educação Ambiental voltada à temática Sustentabilidade, aos funcionários da Prime Incorporações e Construções, empresa do Grupo MRV Engenharia.

Durante a palestra, os professores e técnicos da Semadur abordaram temas como a pegada ecológica, urbanização, desmatamento, ilhas de calor nas cidades, queimadas, enchentes, a importância da mudança dos hábitos para a implementação de uma nova cultura voltada à sustentabilidade. “Necessitamos de uma nova consciência, a consciência ambiental. E, a partir do momento da conscientização e prática de ações sustentáveis no dia a dia, poderemos mudar a realidade e assim criando perspectivas de uma nova cultura voltada à preservação do meio ambiente”, pontuou o professor e gestor do Centro de Educação Ambiental Parque Ecológico Anhanduí – CEA Anhanduí, Osmar Martins.

O técnico em gestão ambiental da MRV, Abadio Furtado, detalhou que a empresa implementa diversas ações voltadas à sustentabilidade e a palestra vem apresentar e acrescentar aos funcionários a importância das ações que eles já praticam e como podem ampliá-las. “A empresa implantou o sistema de gestão ambiental para promover e conscientizar os funcionários sobre a gestão dos resíduos, praticamos a separação e reutilização dos papéis. Cada funcionário adotou um copo, reduzimos os custos com a energia elétrica, deste modo, queremos conscientizar e inserir também hábitos sustentáveis à vida dos nossos funcionários”.

Prontamente, o supervisor administrativo, André Luiz Ribeiro, destacou a palestra como um momento de reflexão. “Não podemos apenas observar a atual situação e não fazermos nada. Cada um é responsável pelas suas ações e deve fazer a sua parte para a preservação do planeta. É importante proporcionar aos funcionários momentos como estes, onde podem ser demonstradas as ações e reações a partir das nossas atitudes.” frisou.

Educação Ambiental Itinerante

A Educação Ambiental Itinerante proporciona apresentações culturais e musicais, percorrendo bairros, escolas, associações de moradores, levando informações sobre reciclagem, poluição, sustentabilidade, preservação ambiental entre outros assuntos, além da realização de pesquisas, palestras e gincanas. Os interessados na realização de tais eventos poderão entrar em contato com a Semadur, por meio da Divisão de Políticas Sustentáveis e Educação Ambiental, e solicitar agendamento pelo telefone 3314-3290, com Cristina Piccolo.

 Katia Tavares DRT/MS 325

sexta-feira, 3 de outubro de 2014

Centros de Educação Ambiental recebem 1400 visitas no mês de setembro

Campo Grande dispõe à sua população quatro Centros de Educação Ambiental – CEAs, que receberam somente no mês de setembro mais de 1400 visitantes entre alunos, acadêmicos, professores e comunidade em geral.Os CEAs estão localizados em diferentes pontos da Capital tendo como objetivo contribuir para a promoção e apoio ao processo de Educação Ambiental além da realização de eventos voltados a conscientização quanto a temática ambiental.

CEA Polonês
O Centro de Educação Ambiental Leonor Reginato Santini – CEA Polonês recebeu mais de 230 visitantes, sediou também no mês de setembro a reunião do Conselho Gestor APA Ceroula. Aconteceu ainda a visita dos alunos e professores da Escola Municipal Vanderlei Rosa, o transporte foi realizado por ônibus disponibilizado pelo Consórcio Guaicurus - Termo de Cooperação Mútua firmado entre a Semadur. Nesta oportunidade foi realizada a Educação Ambiental e por meio interação com educadores ambientais da Solurb e da citada escola. Este CEA também sediou a reunião extraordinária do Conselho Gestor APA Lageado. Entre 15 e 19 de setembro a Secretaria Municipal de Educação (Semed) realizou no CEA a formação dos novos professores da Rede Municipal de Ensino – Reme. O CEA Polonês recebeu a visita dos alunos da escola CEAPE, já no dia 24 de setembro, o local foi sede da 25ª Reunião Ordinária Fórum do Lixo e Cidadania, nesta oportunidade houve a eleição para a nova Diretoria Executiva e de Comissões para o biênio 2014/2016.

O CEA Polonês está localizado na Rua Corveta, 141, Bairro Carandá Bosque.Mais informações pelo telefone 3314-9051.

CEA Imbirussu
O Centro de Educação Ambiental Odilza Fernandes Bittar - CEA Imbirussu recebeu no mês de setembro visitas de estudantes e acadêmicos de universidades públicas e privadas, totalizando cerca de 110 visitantes.
O CEA recebeu no dia 12 de setembro, pela manhã, a visita de acadêmicos do curso de Engenharia Ambiental da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul. (UFMS). No mesmo dia, no período da tarde, o prefeito municipal, Gilmar Antunes Olarte, esteve presente no CEA Imbirussu para efetivar a retomada das ações de Educação Ambiental Itinerante com o apoio de um veiculo Van adaptado. Segundo o secretário municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano, João Alberto Borges dos Santos, a Educação Ambiental Itinerante vai levar ações de conscientização ambiental as crianças e população campo-grandense nos mais diversos locais, este é o propósito da Prefeitura “Conscientizar as crianças é muito importante, assim investimos na formação de cidadãos que respeitam o meio ambiente. Mas as ações previstas não serão restritas a eles. Faremos atividades para toda a população de Campo Grande”, salientou.

O CEA Imbirussu recepcionou ainda em 18 de setembro, alunos e professores da Escola Municipal Eduardo Olímpio Machado, tiveram a oportunidade realizar atividades no CEA e reconhecer a importância da Educação Ambiental como forma de preservação do ambiente em que vivem. Aos sábados o CEA Imbirussu cede seu espaço ao Grupo Escoteiro Alcídio Pimentel 22/MS para a realização de suas reuniões e atividades, assim como frequentemente recebe a visita dos membros do Clube de Observadores de Aves de Campo Grande – COACGR.

O CEA Imbirussu está localizado na Av. Amaro Castro Lima, n° 2200, Bairro Popular. Mais informações pelo telefone 3314-7024.

CEA Anhanduí
O Centro de Educação Ambiental Anhanduí – CEA Anhanduí promoveu no mês de setembro variados eventos com a participação de alunos, professores e agentes públicos, totalizando aproximadamente 885 visitantes. O CEA realizou curso sobre manejo de animais peçonhentos, voltado aos guardas municipais que atuam nos parques municipais, agentes da Defesa Civil Municipal, brigadistas da Brigada de Combate a Incêndio Florestal e técnicos da Semadur. De 10 à 29 de setembro, ocorreram palestras sobre Educação Ambiental e trilha ecológica com acadêmicos de Engenharia Ambiental da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, alunos das Escolas Municipais Iracema de Souza Mendonça, Aldo de Queiroz, Oswaldo Cruz- TRAJE, Abel Freire Aragão e alunos das escolas privadas ‘Construindo o Saber’ e Instituto EDUCAP.
Nos dias 13 e 20 de setembro, o Grupo de Escoteiros Atalaia do Pantanal participou no CEA Anhanduí de palestra orientativa sobre morcegos e anfíbios. No período de 15 a 19 de setembro o CEA sediou os Encontros de Formação Continuada de Professores da Secretaria Municipal de Educação (Semed) voltados aos professores de Geografia da Rede Municipal de Ensino (Reme).

O CEA está localizado na Av. Ernesto Geisel, n° 3710, Bairro Guanandi II. Mais informações pelo telefone 3314-9560.

CEA Florestinha
O Centro de Educação Ambiental Cônsul Assaf Trad – CEA Florestinha recebeu em setembro cerca de 250 alunos para discussões ambientais com o objetivo de celebrar o Dia da Árvore. Já no dia 26 de setembro, 40 alunos da Escola Municipal Etalivio Pereira Martins participaram das atividades de Educação Ambiental desenvolvidas pelos alunos do Projeto como a realização da apresentação do teatro de fantoches, com peças sobre as questões ambientais, como: desmatamentos, incêndios florestais e resíduos sólidos, a oficina de Reciclagem de papel, com palestra sobre os problemas relacionados aos resíduos sólidos; exposição dos animais e peixes taxidermizados (empalhados). Nesta oportunidade foi possível a prática da Educação Ambiental e da interação com educadores ambientais da Solurb e representantes da Semadur.


O CEA Florestinha está localizado na Avenida Cônsul Assaf Trad, s/nº. Mais informações pelo telefone 3314-8313.
Joana Lima e Katia Tavares DRT/MS 325